
Meses se passaram desde que um Indie Play teve lugar no Tosta Mista, e pensei que nesta altura do ano, em que há mais tempo para aproveitar com outras coisas, seria uma boa altura para voltar a apresentar-vos um pequeno jogo que fosse divertido o suficiente para entreter pequenos e graúdos.
Como tal, aqui vos deixo com Action Fist, um jogo que relembra os bons velhos tempos, aqueles onde o que interessava era a diversão que um jogo proporcionava e não os orgasmos que os gráficos de ponta conseguiam criar. Se não quiserem estar a jogar sozinhos, podem sempre juntar-se a um amigo e jogar a dois, o que é sempre uma mais valia. É que recuperar o cachecol favorito da personagem é uma tarefa árdua, e ter alguém ao nosso lado para nos ajudar é fundamental!
Há meses que já se sabia: os Interpol iam lançar um novo disco em 2010, e mais contente não podia eu estar. Mas com o tempo a passar e sem nenhuma informação nova, começava a saciar por novas informações. Entretanto a página oficial da banda sofreu uma alteração e ficava confirmado, oficialmente, que Paul Banks, que entretanto lançou Julian Plenti is… Skyscraper, um trabalho a solo, Carlos Dengler, que andou a descobrir a sua veia cinematográfica, Sam Fogarino, que não deixou de lado a música e esteve numa outra banda, e Daniel Kessler, que nunca deixou de lado o trabalho que tinha de ser feito para os Interpol, iam voltar a juntar-se para um regresso já este ano.

Já não sei quando foi, e isto é um dos problemas de sofrer de short memory loss, mas um vídeo veio até mim graças a um senhor bem desperto a estas andanças dos videojogos, um vídeo que mostrava Modern Warfare 2 a ser jogado em todo o esplendor que o 2D permite. Fiquei bem mais interessado nessa pequena (re)imaginação do que no jogo propriamente dito lançado pela Activision.
E eu preciso de recuperar a minha paciência após ter jogado este jogo! Não que seja mau, nada disso, mas chegar a perder uma vida (que na verdade não interessa muito pois não temos um limite) só porque ainda existe um míssil perdido a voar pelo mapa é de tirar qualquer um do sério…
Mas talvez seja essa a ideia de Jesse Venbrux, que ao longo de cinco níveis, com sete partes cada, nos leva a conduzir um pequeno ser até à boca de uma criatura que precisa de ser alimentada, daí o título do jogo.
Segundo a página do autor, este jogo foi feito para uma competição que exigia criar um jogo para uma consola portátil. Claro que o jogo não foi lançado em nenhuma consola conhecida do grande público, tal como a PSP ou a Nintendo DS, mas a ideia era essa e o resultado foi este divertido jogo, que por vezes nos tira do sério, mas deixa-nos sempre com mais vontade de conseguir matar-nos a nossa personagem ao enfia-la boca adentro da criatura esfomeada.
Florence and the Machine depressa se tornou num fenómeno que todos falam e todos querem conhecer. A inglesa de cabelo fogoso depressa alastrou as chamas da sua música por todo o Mundo e hoje poucos são aqueles que já não dançaram ao ritmo das suas batidas.
Com a Aula Magna esgotada, estava confirmado o sucesso que Florence Welch e a sua máquina têm acumulado por terras lusitanas, e não só, já que uma pequena parte do público tinha origens bem distintas! A expectativa fazia sentir-se no público e isso ajudou a criar o ambiente perfeito para receber em grande euforia esta grande mulher que é mais doce que o Paraíso e mais quente que o Inferno, e ao longo da hora e meia de concerto, o recinto aqueceu e bastante.