Qualquer produtora de videojogos que se preze tem sempre um objectivo em mente: obter o maior lucro possível de uma franchise! Se o primeiro jogo deu lucro e teve sucesso, então um segundo capítulo é um plano totalmente natural e nada reprovável, seria ridículo se assim não o fizessem. Contudo, é condenável se esse mesmo capítulo, a sequela, tiver o único objectivo de extrair mais dinheiro dos jogadores sem dar nada em troca!
Colocar a Valve no meio dessas produtoras é injusto, até certo ponto até se pode considerar errado, mas também podemos apontar o dedo e ficar de pé atrás após um conjunto de situações que nos trouxeram até à sequela de Left 4 Dead
A espera mostrava-se penosa. A Valve, fiel aquilo que tão bem a caracteriza, insistiu em adiar o lançamento deste jogo, por menos, três vezes. Não que já não estejamos habituados a estes adiamentos. Half-Life 2 foi um bom exemplo disso, tal como os episódios que se seguiram que iam sendo alvos de pequenos adiamentos, mas se todos eles resultarem constantemente em bons jogos, como tem vindo a ser o caso, então ficamos muito gratos por fazerem sofrer um pouco mais os jogadores que tanto anseiam deitar as mãos às suas obras.
Certamente que deu para perceber que Left 4 Dead foi um desses jogos que, após tantos adiamentos, o jogador já começava a entrar em completa demência por nunca mais chegar o momento em que o jogo veria a luz do dia. Até que a 18 de Novembro surgiu finalmente no Steam de todos nós o jogo que tanto salivávamos!