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	<title>Tosta Mista</title>
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		<title>The Ting Tings &#8211; Hands Videoclip</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 01:35:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jukebox]]></category>
		<category><![CDATA[Hands]]></category>
		<category><![CDATA[The Ting Tings]]></category>

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		<description><![CDATA[Já anteriormente havia divulgado a nova música dos The Ting Tings, a Hands, mas agora chegou o momento, mais depressa do que estava à espera, de divulgar o videoclip desta mesma música. Pela sonoridade que já se notava da música, estamos perante algo muito anos 80, e o vídeo representa bastante bem isso. Não podia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i977.photobucket.com/albums/ae257/tostamista/musica/ttthands.jpg"></p>
<p>Já anteriormente havia divulgado a <a href="http://www.tostamista.net/2010/08/the-ting-tings-hands/">nova música</a> dos <strong>The Ting Tings</strong>, a <strong><em>Hands</em></strong>, mas agora chegou o momento, mais depressa do que estava à espera, de divulgar o videoclip desta mesma música. Pela sonoridade que já se notava da música, estamos perante algo muito anos 80, e o vídeo representa bastante bem isso. Não podia ter ficado mais agradado com o resultado final. Quer dizer, até podia, mas o que fizeram já está muito bom. Vejam!<span id="more-1235"></span></p>
<p><p><a href="http://www.tostamista.net/2010/09/the-ting-tings-hands-videoclip/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p></p>
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		<title>Interpol &#8211; Interpol</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 13:36:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Alternativo]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Dengler]]></category>
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		<category><![CDATA[Paul Banks]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>
		<category><![CDATA[Sam Fogarino]]></category>

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		<description><![CDATA[São poucas as bandas que se podem gabar de terem alguma importância no revivalismo musical de outrora. Algumas deixaram uma marca intemporal no género, tais como Joy Division ou The Smiths, outras continuam a vincar o panorama musical para que não nos esqueçamos do que fizeram e do que ainda são capazes de fazer. Mas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i977.photobucket.com/albums/ae257/tostamista/musica/interpol-1.jpg" alt="" /></p>
<p>São poucas as bandas que se podem gabar de terem alguma importância no revivalismo musical de outrora. Algumas deixaram uma marca intemporal no género, tais como <strong>Joy Division</strong> ou <strong>The Smiths</strong>, outras continuam a vincar o panorama musical para que não nos esqueçamos do que fizeram e do que ainda são capazes de fazer.</p>
<p>Mas, tal como a moda, tudo é cíclico. Se há uns anos não se usava determinado tipo de roupa, agora já se pode voltar a usar. O mesmo se passou, e passa, na música. Numa determinada altura um género ganha notoriedade com uma banda e surgem tantas outras que aproveitam a onda, só para mais tarde mudarem de estilo tão drasticamente que ficam irreconhecíveis.<span id="more-1212"></span></p>
<p>Aquelas que se mantém coerentes consigo mesmas, e que acabam por ser os estilistas marcantes da estação, deixam a sua marca na música e trazem de volta um género que a tantos agradou, mas sem perderem a sua identidade.</p>
<p>Os <strong>Interpol </strong>são uma dessas bandas, que na viragem do milénio começavam também a virar do avesso aquilo que se tinha vindo a fazer com o rock alternativo. O seu legado, arquitectado por <strong><em>Turn on the Bright Lights</em></strong> e <strong><em>Antics</em></strong>, tornou-os numa das bandas mais influentes do género e mais marcantes desta nova era. Indo buscar forte inspiração às bandas já mencionadas, e não só, conseguiram surpreender tudo e todos com dois óptimos discos.</p>
<p>Infelizmente, à terceira, e após uma pausa de três anos, a sorte não lhes sorriu e surgiram com um disco que desiludiu bastante, não só aos fãs como à própria banda que percebeu que estavam saturados. Continuavam a ser quem sempre foram, mas quem eles eram já não era suficiente ou então desleixaram-se ao ponto de criarem um trabalho menos satisfatório (que mesmo assim teve momentos surpreendentes para uma banda que já chegava a uma década de trabalho).</p>
<p><a href="http://i977.photobucket.com/albums/ae257/tostamista/musica/interpolinterpolcover.jpg"><img class="alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://i977.photobucket.com/albums/ae257/tostamista/musica/th_interpolinterpolcover.jpg" alt="" width="160" height="160" /></a>Chega assim o momento de repensar em tudo o que fizeram e perceberem que caminho vão seguir. Entre todos, optaram por deixar a banda, e os próprios elementos da mesma, respirar, era altura de arranjar novas roupagens e perceber quais as novas tendências.</p>
<p>Paul Banks, vocalista da banda, aventura-se numa carreira a solo, Sam Fogarino não deixou as baquetas ganharem pó e formou os <strong>Magnetic Morning</strong>, Carlos Dengler dá os primeiros passos no cinema e Daniel Kessler, guitarrista e criador dos <strong>Interpol</strong>, continua a pensar no futuro da banda.</p>
<p>Três anos depois surge um novo disco, voltando a juntar os quatro elementos da banda, que promete fazer esquecer a desilusão que foi <em><strong>Our Love to Admire</strong></em>.</p>
<p>A principal causadora dessa “<em>promessa</em>” foi <em><strong>Lights</strong></em>, <em>single </em>de lançamento de <em><strong>Interpol</strong></em>, nome dado ao quarto disco da banda homónima. Esta música, a quarta do alinhamento desta nova produção, é também das melhores que se encontram no disco. Não só pela sonoridade marcante dos <strong>Interpol</strong>, mas também pela letra que tem uma temática bastante característica da banda.</p>
<p>Aliás, todas as músicas continuam à volta daquilo a que já nos tinham habituado em discos anteriores. Proteger aqueles que amamos, deixarmos que as drogas ditem a nossa vida, perdermos o controlo de quem somos e da nossa identidade, daquilo que nos torna únicos, ou batalharmos para que isso não aconteça…</p>
<p>É estranho como os mesmos temas conseguem manter sempre uma réstia de novidade, como se tudo isto já não tivesse sido abordado por outras músicas ou até por outras bandas, mas a verdade é que uma música é mais do que a letra, e essa é uma das razões pela qual o terceiro disco não preencheu as medidas dos ouvintes, porque não bastou manter o mesmo teor.</p>
<p>Mas isso não foi problema em <em><strong>Interpol</strong></em>. Se <strong><em>Lights </em></strong>já dava a entender que vinha ai um óptimo disco, o resto das músicas comprovam isso mesmo. Não deixa de ser irónico, e até arriscado, como o nome da primeira música, <em><strong>Success</strong></em>, podia ter originado imensas piadas caso o resultado final tivesse sido exactamente o contrário.</p>
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<p>Felizmente, começam com sucesso e continuam assim em <em><strong>Memory Serves</strong></em>. Esta música é também um dos momentos mais marcantes deste disco, e chega bem cedo, o que podia arruinar por completo todas as outras músicas, principalmente com a <em><strong>Summer Well</strong></em> logo a seguir, que foge um pouco ao estilo da banda, e que estava bem vincado nas duas primeiras músicas.</p>
<p>Seguem-se então as duas músicas mais conhecidas deste <em><strong>Interpol</strong></em>, <strong><em>Lights </em></strong>e <a href="http://www.tostamista.net/2010/08/interpol-barricade/"><strong><em>Barricade</em></strong></a>, já que ambas tiveram direito a vídeo. Enquanto que a primeira se mantém invicta, marcando o seu estatuto de melhor música do disco, <em><strong>Barricade </strong></em>mostrou-se ser uma óptima adversária. São dois óptimos exemplos daquilo que os <strong>Interpol </strong>tão bem sabem fazer.</p>
<p>Porém, não há bela sem senão. <strong><em>Always Malaise (The Man I Am)</em></strong>, além de não ser uma música má, é uma música que demora a desenvolver para algo que é realmente melhor do que aparentava nos primeiros acordes. É talvez o momento mais facilmente ignorado em todo o disco. O que é pena, porque após cinco músicas, estava tudo a correr perfeitamente.</p>
<p>Com <em><strong>Safe Without</strong></em> e <strong><em>Try It On</em></strong> voltamos a entrar na corrida para a perfeição, que já não será alcançado após o deslize da música anterior. Mas mais uma vez, a banda mostra o porquê de ter marcado o rock alternativo com os seus dois primeiros discos. São também estas duas músicas, principalmente a <em><strong>Safe Without</strong></em>, que relembram de uma das casualidades que ocorreram entre o terceiro e quarto disco.</p>
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<p>Além de ainda ser possível ouvir o baixo de Carlos Dengler neste quarto disco, ele já não faz parte da banda. Segundo o baterista, já no terceiro disco Dengler queria sair, mas ele continuava a gostar de compor e tocar com a banda. Eram as digressões e entrevistas que não lhe agradavam.</p>
<p>Como se costuma dizer, quem está mal que se mude, principalmente quando essa mudança é feita calmamente e sem criar disputas desnecessárias entre os restantes elementos. Mas esta saída deixou o público muito assustado, principalmente porque o baixo é um elemento importantíssimo nos <strong>Interpol</strong>.</p>
<p>Todavia, já com substituto arranjado e com todos eles bastante satisfeitos com a substituição, há que continuar a trabalhar, e para quem vá agora assistir à banda ao vivo, já vai poder ver o novo elemento a mostrar o quanto vale.</p>
<p>Com esta questão resolvida, resta perceber como fecham este quarto disco. <em><strong>All of the Ways</strong></em> e <strong><em>The Undoing</em></strong> entram numa onda ainda mais soturna, mais intensa e dramática, mas são duas músicas óptimas, que criam um ambiente fantástico para terminar o disco, de forma calma, a preparar já o terreno para uma segunda audição. Esta é uma postura já recriada em todos os discos da banda, e que, até agora, tem vindo a resultar.</p>
<p>Com o disco encerrado, será que estamos perante uma nova marca musical? Definitivamente, não. Estamos sim perante uma nova marca para os <strong>Interpol</strong>, que recuperaram lindamente da queda que tiveram com o terceiro disco, e é um regresso em cheio que deixa os fãs a respirar de alívio.</p>
<p>Graças a este trabalho vai ser possível continuar a hipnotizar os ouvintes com as melodias vibrantes e refinadas da banda, além de existir um acidente de percurso numa das músicas, mas que depressa volta a colocar o ouvinte em hipnose, envolto por um ambiente catártico que lhe apaga todos os sentidos e apura a audição.</p>
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		<title>Kylie Minogue &#8211; Get Outta My Way</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 13:59:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Almeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[AlexandLiane]]></category>
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		<category><![CDATA[Kylie Minogue]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de All the Lovers, o primeiro single retirado do novo disco de Kylie Minogue, Aphrodite, chega a vez de Get Outta My Way trazer de volta a cantora a um estilo que é bem característico da sua carreira. Este vídeo foi realizado por AlexandLiane, uma dupla de realizadores que já trabalhou com os Scissor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i977.photobucket.com/albums/ae257/tostamista/musica/kmgomw.jpg"></p>
<p>Depois de <em><strong>All the Lovers</strong></em>, o primeiro <em>single </em>retirado do novo disco de <strong>Kylie Minogue</strong>, <em><strong>Aphrodite</strong></em>, chega a vez de <em><strong>Get Outta My Way</strong></em> trazer de volta a cantora a um estilo que é bem característico da sua carreira. Este vídeo foi realizado por <strong>AlexandLiane</strong>, uma dupla de realizadores que já trabalhou com os <strong>Scissor Sisters</strong>, <strong>La Roux</strong>, <strong>Bloc Party</strong>, <strong>The Ting Tings</strong>, <strong>Mika</strong>, entre outros. Não deixem de ver&#8230;<span id="more-1203"></span></p>
<p><p><a href="http://www.tostamista.net/2010/09/kylie-minogue-get-outta-my-way/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p></p>
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		<title>Modern Family</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 13:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao olharmos para o actual panorama televisivo no que diz respeito a séries depressa percebemos que há uma repetição constante nos conteúdos que são oferecidos aos espectadores. A escolha até é consideravelmente vasta, além de não ser imensamente original ao ponto de se distinguir muito bem aquilo que estamos a assistir, mas todo e qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://i977.photobucket.com/albums/ae257/tostamista/televisao/modernfamily.jpg"><img src="http://i977.photobucket.com/albums/ae257/tostamista/televisao/modernfamily_small.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Ao olharmos para o actual panorama televisivo no que diz respeito a séries depressa percebemos que há uma repetição constante nos conteúdos que são oferecidos aos espectadores.</p>
<p>A escolha até é consideravelmente vasta, além de não ser imensamente original ao ponto de se distinguir muito bem aquilo que estamos a assistir, mas todo e qualquer espectador vai conseguir encontrar algo que lhe agrade.</p>
<p>Desde dramas envoltos em mistérios polvilhados com filosofia de bolso, até comédias que criam situações altamente improváveis, não esquecendo os famosos <em>“reality” shows</em>, não há nada que já não tenha sido feito…</p>
<p>Excepto recriar a realidade praticamente como ela é, o que pode parecer estranho porque quem se iria interessar por aquilo que acontece no nosso dia-a-dia?<span id="more-1182"></span></p>
<p><em><strong>Modern Family</strong></em> é a série que vem mostrar que as situações que vivemos diariamente podem ser, e são, extremamente divertidas.</p>
<p>Se ainda não tiveram oportunidade de conhecer <strong><em>Uma Família Muito Moderna</em></strong>, nome dado pela <strong><em>Fox Life</em></strong> a esta série, aquilo que vão poder encontrar é uma família, óbvio, que se divide em três lares e que representam perfeitamente aquilo que encontramos no nosso quotidiano.</p>
<p><p><a href="http://www.tostamista.net/2010/09/modern-family/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p></p>
<p>Temos a Claire e o Phil Dunphy, um casal que tem de lidar com os seus três filhos bem distintos (Luke, Alex e Hayley); Mitchell Pritchett e Cameron Tucker, um casal que vai ver a sua vida entrar numa nova etapa quando decidem adoptar uma bebé; e Jay Pritchett, o pai de Mitchell e Claire, terá de lidar com a sua esposa extravagante, a colombiana Gloria Delgado-Pritchett, e o seu filho, Manny Delgado.</p>
<p>Mas não é na variedade familiar que esta série tem o seu encanto. É verdade que talvez seja graças a essa diversidade que esta produção consegue juntar semanalmente famílias à frente da televisão, mas é nas situações que todos eles vivem, cada um com suas famílias, ou como uma grande família, que acaba por cativar o espectador.</p>
<p>Situações como ter uma esposa que não sabe lidar com os constantes avanços tecnológicos que surgem em sua casa ou um homem de família ter de aprender a lidar com uma nova cultura graças daqueles que ama ou ainda descobrir, abruptamente, o quão difícil é cuidar de uma criança, principalmente se esses pais forem extremamente protectores.</p>
<p>Quem não passou já por uma situação destas? E isto é só uma mínima amostra daquilo que vai surgindo ao longo da primeira temporada de <em><strong>Modern Family</strong></em> (que vai regressar para uma segunda temporada). Esta ideia poderia ter sido um desastre, porque os espectadores poderiam facilmente colocar de lado esta série que não lhes mostrava nada mais do que uma realidade com que todos temos de lidar mais cedo ou mais tarde na nossa vida, mas quis o destino que o resultado fosse outro. O público acarinhou esta série desde o primeiro instante.</p>
<p><p><a href="http://www.tostamista.net/2010/09/modern-family/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p></p>
<p>Mas não foi por acaso que isto aconteceu. O trabalho e dedicação que está por trás desta série são fantásticos e vão muito mais além do que a simples procura pelo sucesso e lucro que pode advir desta produção. Para que tudo resultasse, foi preciso encontrar uma equipa que se dedicasse de corpo e alma a esta série e, pelo resultado, foi exactamente isso que aconteceu.</p>
<p>Não só existe um óptimo trabalho na escrita da série, onde todas as situações e diálogos fluem com uma naturalidade incrível como também existe uma realização fenomenal que suga o espectador para o meio desta grande família.</p>
<p>No que diz respeito às personagens, todas elas têm um propósito, não se limitam a aparecer para dar a ligeira ideia de que o espectador está perante uma família. Cada uma delas é um elemento bastante importante, tal como acontece numa família, ou tal como deveria acontecer.</p>
<p>Tal como mencionado, a realização também ajuda imenso a que o espectador consiga sentir-se integrado e não como um mero observador. O estilo adoptado segue muito aquilo que já foi possível vermos em séries como <em><strong>The Office</strong></em>, onde a filmagem se assemelha bastante a um documentário. Seguimos as situações que acontecem às personagens e vamos ouvindo os seus pontos de vista numa espécie de entrevistas que surgem pelo meio dos episódios.</p>
<p>Não que somar prémios comprove a qualidade de um produto, mas estrear uma nova série e conseguir arrecadar seis <strong><em>Emmys </em></strong>é de aplaudir. Entre eles encontram-se o prémio para <strong>Melhor Série de Comédia</strong>, <strong>Melhor Edição de Imagem</strong>, <strong>Melhor Elenco em Série de Comédia</strong> e também <strong>Melhor Argumento para Série de Comédia</strong>. Tudo isto vai de encontro aquilo que de melhor podemos encontrar em <em><strong>Modern Family</strong></em>.</p>
<p><p><a href="http://www.tostamista.net/2010/09/modern-family/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p></p>
<p>Em 14 nomeações para os Emmys ter ganho seis é uma grande conquista para uma série que só agora chega às televisões de todo o Mundo. Muitas outras já tentaram lá chegar mas sem grande sucesso.</p>
<p>Diga-se de passagem que para conseguirem isso não basta seguir um conjunto de <em>nerds</em>, ou observar um grupo de amigos enquanto o espectador tenta descobrir quem é a mãe da criança (e peço desculpa pela, mais ou menos, óbvia referência a uma música popular portuguesa), ou ainda assistir às peripécias de uma empresa qualquer ou da vida de pais divorciados.</p>
<p>Isso tem a sua piada, principalmente quando é bem feito, mas é algo que já está demasiado gasto. Se aquilo que o espectador procura é uma lufada de ar fresco, algo que o leve às lágrimas de tanto rir, ou por descobrir que no final tudo o que acontece é por amarmos demasiado a nossa família, então <em><strong>Modern Family</strong></em> é uma série obrigatória. Caso não esteja à procura de nada em específico, vai estar perante uma óptima surpresa quando começar a fazer parte desta família.</p>
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		<title>Querido Diário&#8230; Parabéns a Vocês!</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 23:01:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Querido Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Tosta Mista]]></category>

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		<description><![CDATA[Faz hoje um ano que o Tosta Mista viu a luz do dia. Na verdade, já a tinha visto mais cedo, mas só teve um espaço próprio, este que tantos têm visitado, a Setembro do ano passado. Nunca pensei que um ano passasse tão depressa, mas a verdade é que passou e, mais interessante que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i977.photobucket.com/albums/ae257/tostamista/variedades/parabens.jpg"></p>
<p>Faz hoje um ano que o <strong>Tosta Mista</strong> viu a luz do dia. Na verdade, já a tinha visto mais cedo, mas só teve um espaço próprio, este que tantos têm visitado, a Setembro do ano passado. Nunca pensei que um ano passasse tão depressa, mas a verdade é que passou e, mais interessante que isso é que a Tosta Mista continua no activo!</p>
<p><em><strong>“Mas porque não havia de continuar?”</strong></em><span id="more-1169"></span></p>
<p>Ora aí está uma boa pergunta, e para eu surgir com uma resposta que satisfizesse a tua curiosidade teria de recuar cerca de 10 anos e lembrar-me do <strong><em>Cinemaniacs</em></strong>, projecto dedicado a cinema iniciado por mim e por uma amiga, e muita paciência teve ela em não só desenhar a página como ainda me ensinar a adicionar novos conteúdos à página, por menos acho que é preciso muita paciência para alguém me aturar, paciência essa que, aparentemente, os leitores da <strong>Tosta Mista</strong> têm.</p>
<p><em><strong>“E eu bem sei a paciência que é preciso ter…”</strong></em></p>
<p>Olha, cala-te! Seja como for, além do <strong><em>Cinemaniacs </em></strong>(que descanse em paz) existiu ainda, há um par de anos, a <strong><em>Revista Red Carpet</em></strong>, mais um projecto dedicado a cinema e do qual trago não só uma óptima experiência como também um conjunto de pessoas que hoje considero como bons amigos.</p>
<p>Pelo caminho blogues foram surgindo, uns igualmente dedicados a cinema, outros que tentavam enveredar também por áreas distintas, tal como acontece aqui na <strong>Tosta Mista</strong> mas sem nunca serem tão bem sucedidos nessa mistura (penso que se possa dizer que aqui todas as áreas se misturam consideravelmente bem, mas a ideia deste espaço assenta na partilha de opinião de tudo aquilo que me agrada, ou deixa de agradar, por isso é mais fácil fazer uma mistura mais homogénea).</p>
<p>Mas a ideia geral é que eu nunca estou quieto, estou sempre à procura da próxima ideia que me vai desafiar num ou outro aspecto que anteriormente não me tinha aventurado. Matem-me, eu gosto de desafios!</p>
<p><em><strong>&#8220;Que raio de português és tu que gostas de desafios? Isso não faz sentido algum&#8230;&#8221;</strong></em></p>
<p>Por isso é que digo que estou surpreendido como um ano se passou num instante e a <strong>Tosta Mista</strong> ainda continua viva e de boa saúde. Mas não é apenas pela minha vontade que este espaço continua no activo.</p>
<p>É também graças a todos os leitores que me visitam, e alguns até deixam comentários nos assuntos que partilho, que continuo a escrever e a criar conteúdos para este espaço. É graças a eles que o meu incentivo é renovado constantemente e, em parte, é para eles que faço tudo isto.</p>
<p>Digo em parte porque primeiramente eu faço isto para mim. Não adianta tentar ser hipócrita ao ponto de dizer que o <strong>Tosta Mista</strong> surgiu para mais alguém que não a minha pessoa. Eu gosto de partilhar a minha opinião, gosto que esta seja agradavelmente discutida e que isso possa trazer algo de novo para quem a lê ou discute, mas se não o fizesse por eu gostar, mais valia não fazer!</p>
<p>Talvez seja esse o segredo para a <strong>Tosta </strong>continuar viva, porque decidi cria-la para mim. Peguei no pão, na manteiga, no fiambre e no queijo e fiz uma tosta, e estou a adorar saboreá-la. Fui o cozinheiro e o cliente, e não apenas o cozinheiro que não tem qualquer contacto gustativo com a sua criação.</p>
<p><em><strong>“Ainda não sei se o que acabaste de dizer foi incrivelmente profundo ou totalmente ridículo…”</strong></em></p>
<p>Ridículo és tu, que não tens uma capa dura! Nem capa tens, não passas de um aglomerado de uns e zeros.</p>
<p><em><strong>“Também não era preciso ferires os meus sentimentos… Ah espera, eu não tenho disso!”</strong></em></p>
<p>Isso sei eu, mas como eu os tenho, e como no fundo tu deves ter algo semelhante, não posso deixar de dar os parabéns a vocês, a todos os leitores que continuam a visitar-me, a todas as tostas comidas enquanto este blogue esteve no activo, a todo o Mundo por estar tão cheio de conteúdos por descobrir e que oferecem à <strong>Tosta Mista</strong> um mar de oportunidades ainda a desvendar&#8230; ou será mais correcto dizer que há um vasto conjunto de torradeiras ainda por usar?</p>
<p>Seja o que for, parabéns a vocês, e obrigado pela fidelidade à <strong>Tosta Mista</strong> e pela paciência! E é bom que a renovem porque não me parece que eu vá desaparecer tão depressa deste espaço… Que venha mais um ano.</p>
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		<title>Interpol &#8211; Barricade</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 21:15:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jukebox]]></category>
		<category><![CDATA[alternativa]]></category>
		<category><![CDATA[Barricade]]></category>
		<category><![CDATA[Interpol]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Incrível como as discográficas, ou seja quem for, insistem em lançar novos vídeos das bandas que promovem e tentam vender bloqueados a determinados países. Não será isso algo contra-produtivo? Seja o que for, esquecem-se que vivemos numa época onde tudo se partilha à distância de um clique, e felizmente alguém decidiu que o novo vídeo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i977.photobucket.com/albums/ae257/tostamista/musica/INTPLbarricade.jpg"></p>
<p>Incrível como as discográficas, ou seja quem for, insistem em lançar novos vídeos das bandas que promovem e tentam vender bloqueados a determinados países. Não será isso algo contra-produtivo? Seja o que for, esquecem-se que vivemos numa época onde tudo se partilha à distância de um clique, e felizmente alguém decidiu que o novo vídeo dos <strong>Interpol</strong>, <strong><em>Barricade</em></strong>, era bom demais para ficar apenas visível para os Estados Unidos.</p>
<p>Como já anteriormente deixei escapar o primeiro vídeo do novo disco da banda, intitulado <strong>Interpol</strong>, agora não podia ignorar esta oportunidade. Assim sendo, deliciem-se com <strong><em>Barricade</em></strong>, onde deixamos de lado o aspecto mais soturno e mórbido que foi <strong><em>Lights </em></strong>e somos presentados com uma outra vertente mais <em>colorida </em>da banda.<span id="more-1150"></span></p>
<p><p><a href="http://www.tostamista.net/2010/08/interpol-barricade/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p></p>
<p>O novo disco dos <strong>Interpol </strong>chega às lojas a 7 de Setembro e a banda actua em Portugal no dia 2 e 3 de Outubro em Coimbra na abertura do concerto dos U2, com os dois dias já esgotados, e actuam em nome próprio no Campo Pequeno dia 12 de Novembro.</p>
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		<title>The Monk &amp; The Monkey</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 20:33:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curtas & Boas]]></category>
		<category><![CDATA[animação]]></category>
		<category><![CDATA[Brendan Carroll]]></category>
		<category><![CDATA[Francesco Giroldini]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem sempre piada quando nos cruzamos com algo que nem estávamos à procura e que, de forma positiva ou negativa, acaba por nos surpreender. Foi exactamente isso que aconteceu comigo e esta curta-metragem, The Monk &#038; The Monkey. Enquanto procurava por algo que nada tinha a ver com uma curta-metragem, fiquei positivamente agradado com esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i977.photobucket.com/albums/ae257/tostamista/cinema/monknmonkey.jpg"></p>
<p>Tem sempre piada quando nos cruzamos com algo que nem estávamos à procura e que, de forma positiva ou negativa, acaba por nos surpreender. Foi exactamente isso que aconteceu comigo e esta curta-metragem, <strong><em>The Monk &#038; The Monkey</em></strong>. Enquanto procurava por algo que nada tinha a ver com uma curta-metragem, fiquei positivamente agradado com esta pequena animação de Brendan Carroll e Francesco Giroldini. </p>
<p>A história anda à volta de uma criança que sonha em ser um monge, mas para isso terá de ser paciente e esperar que uma fruta sagrada caia de uma árvore. Claro que a ansiedade apodera-se deste rapaz, mas isso vai leva-lo a um pequeno contratempo que irá ser decisivo para alcançar o seu sonho&#8230;<span id="more-1145"></span></p>
<p><p><a href="http://www.tostamista.net/2010/08/the-monk-the-monkey/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p></p>
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		<title>Salt</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 14:42:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[acção]]></category>
		<category><![CDATA[andre braugher]]></category>
		<category><![CDATA[angelina jolie]]></category>
		<category><![CDATA[chiwetel ejiofor]]></category>
		<category><![CDATA[columbia pictures]]></category>
		<category><![CDATA[Kurt Wimmer]]></category>
		<category><![CDATA[liev schreiber]]></category>
		<category><![CDATA[Phillip Noyce]]></category>
		<category><![CDATA[thriller]]></category>

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		<description><![CDATA[Já lá vai algum tempo desde que chegava às salas de cinema um filme de espionagem que desse alguma confiança ao espectador, confiança no sentido em que poderia estar perante um bom filme. Nem é preciso muita confiança quando Angelina Jolie está no filme, porque o espectador tende a seguir tudo o que ela faz, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://i977.photobucket.com/albums/ae257/tostamista/cinema/salt1.jpg"><img src="http://i977.photobucket.com/albums/ae257/tostamista/cinema/salt1.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Já lá vai algum tempo desde que chegava às salas de cinema um filme de espionagem que desse alguma confiança ao espectador, confiança no sentido em que poderia estar perante um bom filme.</p>
<p>Nem é preciso muita confiança quando <strong>Angelina Jolie</strong> está no filme, porque o espectador tende a seguir tudo o que ela faz, ela consegue ter esse efeito no público e vende um filme só por si mesma e acaba por ser um sucesso. Mas será que essa confiança cega acabou por ser um tiro no pé?<span id="more-1134"></span></p>
<p>Felizmente, não! Estamos perante uma obra bastante competente, sem grandes artifícios que encham o olho do espectador de forma a esconder momentos menos bons, que vive bastante da história e das personagens que dão vida a <em><strong>Salt</strong></em>.</p>
<p><strong>Phillip Noyce</strong> (<strong><em>The Quiet American</em></strong>, <strong><em>The Bone Collector</em></strong>) fez um excelente trabalho ao conseguir manter uma realização coesa, coerente, sem recorrer aos defeitos e feitios da actualidade. Ele sabe aquilo que interessa mostrar e como o mostrar. Nada que ele já não tenha provado em filmes anteriores.</p>
<p><a href="http://i977.photobucket.com/albums/ae257/tostamista/cinema/saltposter.jpg"><img class="alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://i977.photobucket.com/albums/ae257/tostamista/cinema/th_saltposter.jpg" alt="" width="114" height="160" /></a>A história de <strong>Kurt Wimmer</strong> (<strong><em>Equilibrium</em></strong>, <strong><em>Sphere</em></strong>) também se mantém bastante simples, por vezes simples demais, o que pode ser, em parte, positivo mas para o espectador mais atento, ou que esteja habituado a este tipo de filmes, torna-se algo óbvio o que realmente se está a passar.</p>
<p>Sem entrar em divulgações que estraguem a experiência do leitor que decida ver <strong><em>Salt</em></strong>, aquilo que vamos encontrar é a história de <strong>Evelyn Salt</strong>, uma agente da <em>CIA </em>que é acusada de ser uma espia russa integrada num programa que, aparentemente, não passava de um mito para matar o presidente russo. Mas perante estas acusações, e após perceber que apenas ela acreditava na sua inocência, faz de tudo para escapar às mãos dos seus colegas que agora a tentam prender a todo o custo.</p>
<p>Claro que há muito mais a descobrir, seja na primeira meia hora do filme, seja na meia hora final. Seja onde for, em algum momento o espectador descobre, a diferença está no momento em que vai desvendar todo o caso. Se por um lado descobrir o mistério antes do filme acabar tem a sua graça, por outro pode tornar-se algo anti-climático chegar ao final e perceber que estava certo desde o início.</p>
<p>Há ainda espaço para ser surpreendido em determinados momentos, mas são situações que vivem mais pela sua intensidade e não por tentarem atirar areia aos olhos do espectador para que mais tarde seja, falsamente, surpreendido.</p>
<p><a href="http://i977.photobucket.com/albums/ae257/tostamista/cinema/salt2.jpg"><img src="http://i977.photobucket.com/albums/ae257/tostamista/cinema/salt2.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Por mim falo quando agradeço que não me tenham tentado enganar após não terem escondido muito o que realmente se passava, e acredito que o filme vale muito mais pelo desenvolvimento de toda a situação e do crescimento de <strong>Salt </strong>do que propriamente pelo “grande mistério” que estamos a presenciar.</p>
<p>E, indo de encontro ao que já foi descrito anteriormente, <strong>Angelina Jolie</strong> vende bem o filme não só por ser a actriz que é, mas por conseguir tornar totalmente credível esta agente da <em>CIA</em>. É frágil quando tem de ser, é forte quando a situação exige, mas estamos perante uma pessoa e não um super soldado que mais parece ter sido geneticamente modificado para se tornar numa arma mortífera.</p>
<p>Se <strong>Tom Cruise</strong> tivesse aceite fazer este filme, provavelmente era isso que íamos encontrar, um agente secreto tão impenetrável por qualquer ataque que jamais iríamos acreditar que ele realmente corria algum perigo ou que estava a sofrer por se ter visto envolto nesta trama.</p>
<p>Felizmente para o filme e para o espectador, o actor decidiu por o filme de lado e <strong>Wimmer </strong>reescreveu o papel principal de <em><strong>Salt </strong></em>como sendo uma personagem feminina e <strong>Jolie </strong>entrou em acção. Todos ficaram a ganhar. E o resto do elenco é um excelente suporte para que a actriz possa continuar a brilhar.</p>
<p>Portanto, se o espectador quer um filme bem composto, sempre com os pés bem assentes na terra, exceptuando alguns momentos finais, <em><strong>Salt </strong></em>é o filme a escolher. Não será um filme que fica eternamente gravado na memória do espectador, mas marcará o suficiente uma das estações mais concorridas do ano.</p>
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		<title>The Ting Tings &#8211; Hands</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 03:04:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jukebox]]></category>
		<category><![CDATA[Hands]]></category>
		<category><![CDATA[The Ting Tings]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi hoje lançado, ou caiu apenas nas mãos erradas, o novo single dos The Ting Tings, que se preparam para lançar novo disco ainda este ano. Pouco ainda se sabe acerca deste novo disco, apenas há a promessa que terá grandes sucessos como aconteceu com That&#8217;s Not My Name e Great DJ. Pelo que já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i977.photobucket.com/albums/ae257/tostamista/musica/tingtings.jpg"></p>
<p>Foi hoje lançado, ou caiu apenas nas mãos erradas, o novo <em>single </em>dos <strong>The Ting Tings</strong>, que se preparam para lançar novo disco ainda este ano. Pouco ainda se sabe acerca deste novo disco, apenas há a promessa que terá grandes sucessos como aconteceu com <strong><em>That&#8217;s Not My Name</em></strong> e <em><strong>Great DJ</strong></em>. </p>
<p>Pelo que já se pode ouvir, parece que a promessa será cumprida. Mas até lá, oiçam então <em><strong>Hands</strong></em>.<span id="more-1126"></span></p>
<p><script type='text/javascript'>wpa_urls.push('\u0068\u0074\u0074\u0070\u003a\u002f\u002f\u0064\u006c\u002e\u0064\u0072\u006f\u0070\u0062\u006f\u0078\u002e\u0063\u006f\u006d\u002f\u0075\u002f\u0035\u0035\u0037\u0037\u0032\u0037\u0034\u002f\u006d\u0075\u0073\u0069\u0063\u002f\u0074\u0074\u0074\u0068\u0061\u006e\u0064\u0073\u002e\u006d\u0070\u0033');</script><a class='wpaudio wpaudio_url_2' href='http://www.tostamista.net/2010/08/the-ting-tings-hands/'>The Ting Tings - Hands</a></p>
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		<title>Simon Curtis &#8211; 8Bit Heart</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 17:46:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Britney Spears]]></category>
		<category><![CDATA[Jay-Z]]></category>
		<category><![CDATA[Kesha]]></category>
		<category><![CDATA[La Roux]]></category>
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		<category><![CDATA[Simon Curtis]]></category>

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		<description><![CDATA[Ultimamente anda muito na moda criar um Pop mais electrónico, veja-se o caso de Lady Gaga, La Roux ou ainda Kesha. Três bons exemplos do que se pode fazer ao enveredar por uma vertente mais electrónica, goste-se ou não deles. Simon Curtis, é uma dessas pessoas que, claramente, gosta não só dos exemplos dados como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://i977.photobucket.com/albums/ae257/tostamista/musica/simoncurtis.jpg"><img src="http://i977.photobucket.com/albums/ae257/tostamista/musica/simonsmall.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Ultimamente anda muito na moda criar um <em>Pop </em>mais electrónico, veja-se o caso de <strong>Lady Gaga</strong>, <strong>La Roux</strong> ou ainda <strong>Kesha</strong>. Três bons exemplos do que se pode fazer ao enveredar por uma vertente mais electrónica, goste-se ou não deles.</p>
<p><strong>Simon Curtis</strong>, é uma dessas pessoas que, claramente, gosta não só dos exemplos dados como também de outros como <strong>Britney Spears</strong>. A influência destes nomes nota-se bem neste primeiro disco, lançado gratuitamente na sua página oficial.<span id="more-1122"></span></p>
<p>Por terras lusitanas pouco ou nada se ouviu falar deste jovem, já que todo o seu trabalho está bastante enraizado na cultura americana mas pouca projecção teve fora dela.</p>
<p>Desde a musicais produzidos pela <strong><em>Nickelodeon </em></strong>ou a ser encarregue de criar músicas para eventos da <strong><em>Disney</em></strong>, <strong>Curtis </strong>nunca deixou de lutar pela sua carreira musical a solo, e ganhou ainda mais força após ter travado uma batalha contra a leucemia que o atacou aos 10 anos de idade.</p>
<p><a href="http://i977.photobucket.com/albums/ae257/tostamista/musica/simoncurtis8bitheartcover.jpg"><img class="alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://i977.photobucket.com/albums/ae257/tostamista/musica/th_simoncurtis8bitheartcover.jpg" alt="" width="160" height="160" /></a>Assim, e após ter sido negado por produtores como Matthew Knowles (pai e manager de <strong>Beyoncé</strong>) por parecer demasiado um miúdo da <em>Broadway</em>, decidiu que faria de tudo para criar algo que representasse quem ele era como artista e que o afastasse dessa imagem.</p>
<p>O resultado foi este <strong><em>8Bit Heart</em></strong>, lançado, como já dito, gratuitamente na página oficial do cantor e que nas duas primeiras semanas conseguiu mais de 150 mil <em>downloads</em>. Felizmente para ele, e para o ouvinte, este seu trabalho inspira-se mais em <strong>Britney Spears</strong> e <strong>Lady Gaga</strong> em vez da sensaborona <strong>Kesha </strong>ou da, por vezes irritante, batida que a dupla de <strong>La Roux</strong> tem criado.</p>
<p>Este disco até começa bastante bem, com uma introdução que desperta a curiosidade do ouvinte e deixa-o entusiasmado com o que ai possa surgir. <strong><em>Don’t Wanna Be Alone</em></strong> (e a introdução<em><strong> BoyRobot</strong></em>) abrem assim as portas ao ouvinte, e <em><strong>Fell in Love w/an Android</strong></em> continua com os ritmos computorizados e consegue manter o ritmo.</p>
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<p>Mas chegamos a um momento em que não existem grandes desenvolvimentos e começamos a pensar se Simon não tem mais nada para oferecer. Ainda é tolerável ouvir <em><strong>Super Psycho Love</strong></em>, mesmo que já tenha começado a tornar-se aborrecido. Com <em><strong>8Bit Heart</strong></em>, música que dá nome ao disco, parece que a fonte de inspiração já se esgotou e só continuamos a ouvir porque ainda temos mais de metade do disco pela frente (e vendo bem, nem pagámos nada por ele).</p>
<p>Com <em><strong>Diablo </strong></em>a inspiração em <strong>Britney Spears</strong> é bastante óbvia! Será que é justo chamar inspiração a algo que parece quase uma cópia de trabalhos recentes de <strong>Spears</strong>? Bem, nunca houve qualquer tentativa de esconder essa inspiração, por isso, até se ouve bem esta batida, mas não podemos deixar de pensar se a cópia não se sobrepôs à inspiração…</p>
<p>No meio de tudo isto, podemos ainda ser surpreendidos? Depois de mais uma transição, a <em><strong>Delusional </strong></em>volta a aquecer o ritmo e a mostrar que talvez ainda haja esperança e a <em><strong>Joystick </strong></em>dá mais uma piscadela a <strong>Britney</strong>, mas insere-se muito melhor em algo inspirado na cantora e não numa cópia.</p>
<p>Seguem-se então as duas músicas que melhor representam aquilo que podia ter sido um óptimo disco mas que, como está, não passa de um produto algo instável. <em><strong>Beat Drop</strong></em> acelera, e muito, o ritmo havendo mesmo um momento que parece retirado directamente de uma música de <strong>Lady Gaga</strong>, e <em><strong>Brainwash </strong></em>é uma das músicas melhor compostas por <strong>Simon Curtis</strong>, além de esta ter sido escrita também <strong>Rochella Danishei</strong>, uma outra jovem cantora praticamente desconhecida do grande público dedicada a um <em>Pop </em>mais genérico.</p>
<p><script type='text/javascript'>wpa_urls.push('\u0068\u0074\u0074\u0070\u003a\u002f\u002f\u0064\u006c\u002e\u0064\u0072\u006f\u0070\u0062\u006f\u0078\u002e\u0063\u006f\u006d\u002f\u0075\u002f\u0035\u0035\u0037\u0037\u0032\u0037\u0034\u002f\u0073\u0063\u0075\u0072\u0074\u0069\u0073\u002f\u0062\u0077\u0061\u0073\u0068\u002e\u006d\u0070\u0033');</script><a class='wpaudio wpaudio_url_4' href='http://www.tostamista.net/2010/08/simon-curtis-8bit-heart/'>Simon Curtis - Brainwash</a></p>
<p>O disco poderia ter acabado em grande, mas quis assim o destino que a última música fosse <strong><em>The Dark</em></strong>, onde <strong>Jay-Z</strong> tem uma participação bastante peculiar, onde se limita a um excerto retirado da sua colaboração com os <strong>Linkin Park</strong> em <strong><em>Numb</em></strong>. Quais os motivos por trás desta decisão ultrapassam-me, mas esta música não saiu favorecida, além de já não ser nada interessante.</p>
<p>Portanto, o que temos nós em <em><strong>8Bit Heart</strong></em>? Temos a dedicação de um jovem que ao ver-se limitado por falta de contrato com uma produtora decidiu meter mãos à obra e fez todo um disco sozinho, disco esse que é um produto muito bem conseguido e que faz inveja a muitos outros cantores que mesmo tendo bastante apoio de uma produtora não fazem algo desta qualidade.</p>
<p>Mesmo assim, não basta dedicação e força de vontade, e nota-se que ainda falta algo a <strong>Simon Curtis</strong> para se tornar numa marca incontornável da música <em>Pop</em>, mas está a ir pelo bom caminho.</p>
<p>Para os interessados, podem fazer <em>download </em>gratuito e legal de <strong><em>8Bit Heart</em></strong> na página oficial de <a href="http://www.simon-curtis.com/">Simon Curtis</a>.</p>
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